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sk_baiano

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  1. A Lei da Atração é uma força invisível que funciona para todos, assim como a lei da gravidade. Não se sabe ao certo quando foi “descoberta”, porém é muito estudada e muito divulgada por pessoas que atingiram o sucesso. Basicamente a Lei da Atração diz que tudo o que está nos nossos pensamentos será materializado em algum ponto da nossa vida. Como uma onda no mar Nós somos feitos de energia e vivemos cercados dela. Podemos não ver, mas ao redor de nós existem milhares de ondas energéticas divagando. Quando você tem um pensamento, ele se transforma em uma onda, e essa onda pode ser forte ou fraca, dependendo do SENTIMENTO que estiver aliado a ela. É como o ditado: “água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”. Uma onda de sentimentos forte o suficiente, molda a nossa realidade para como queremos. Isso vale para os pensamentos negativos e positivos. Uma pessoa que vive reclamando e achando que nada dá certo na vida continua no mesmo processo até que resolva mudar esse pensamento. Do mesmo jeito que alguém que diz que é bem sucedido, de uma forma ou de outra será, se realmente sentir isso. A Lei da Atração é simples ao dizer que você atrai o que transmite, porém pode ser complexa nos termos de mudar a realidade. Como somos energia, carregamos marcas e processos ao longo da infância e até de outras vidas, que são os paradigmas. Para uma pessoa que teve uma vida de escassez, o processo de recriação da realidade é complexo, pois precisa superar, aceitar e reprogramar muitos desses paradigmas. Conhece-te a ti mesmo Por isso o primordial para criar a sua realidade é o autoconhecimento. Só conhecendo suas sombras e luzes é possível equilibrá-las e construir um novo mundo para você. Para compreender totalmente a Lei da Atração é necessário estudo, testes, tempo e autoconhecimento. Cada pessoa possui uma história, um tipo de pensamento e um estilo de vida, e a Lei da Atração se adapta a isso. Se você quer mudar a sua realidade comece hoje mesmo aprendendo mais sobre si e seus pensamentos, e logo verá as mudanças acontecendo. Muitos autores esquecem de acentuar um ponto fundamental: a ação. Não basta apenas mentalizar e mudar seus pensamentos, é preciso mudar suas atitudes. Refletir sobre o que pode ser feito para alcançar a realização do sonho, escutar sua intuição e agir. Seus pensamentos, sentimentos e ações precisam estar alinhados para atrair o que deseja. Nós vivemos a vida sob a Lei da Atração, porém poucos tem o conhecimento e a coragem de aceitar que somos criadores das nossas realidades. Aproveite essa oportunidade e se aventure nas infinitas possibilidades que o Universo nos permite viver nessa existência.
  2. O artigo de Motta procura mostrar que, ao contrário do que afirmaram Fragoso e Florentino em 1997, durante as últimas décadas a produção em história econômica no Brasil tem sido fértil e relevante, apesar das diferenças, tanto em métodos quanto em resultados, que a historiografia contemporânea apresenta com relação àquela que a precedeu. Para tanto, ele analisa, primeiramente, o que chama de \u201cparadigma pradiano\u201d, para em seguida chamar atenção às contribuições feitas por correntes historiográficas mais recentes, notadamente pelo estudo da demografia da escravidão. Inaugurado em 1940 pela publicação de Formação do Brasil Contemporâneo, o paradigma pradiano oferece uma visão alternativa à análise da história do Brasil como uma sucessão de ciclos (pau-brasil, açúcar, ouro). A visão de Prado Jr. inaugura a aplicação do método materialista na historiografia brasileira, apresentando uma análise que parte da infraestrutura econômica da sociedade. Prado vê sentido e unicidade nos ciclos da economia colonial, compreendendo-os a partir do plano internacional, em que \u201ca colonização dos trópicos toma o aspecto de uma vasta empresa comercial, mais completa do que a feitoria, mas sempre com o mesmo caráter dela, destinada a explorar os recursos naturais de um território virgem em proveito do comércio europeu\u201d. Esse paradigma influenciou toda a produção em história brasileira a partir de então, adquirindo, por volta das décadas de 1960 e 1970, um caráter de \u201cciência normal\u201d. Surgiram, no entanto, formulações alternativas à visão pradiana, notadamente as de Ciro Cardoso, de Gorender e de Barros de Castro, que discutem a existência de um modo de produção próprio a economias similares à do Brasil escravista do período colonial. Esses autores observam que é necessário ver a economia colonial brasileira \u201cde dentro para fora\u201d, identificando uma lógica interna que não pode ser reduzida a sua relação com a metrópole e denunciam a \u201cinsuficiência\u201d do paradigma pradiano. Outra crítica importante à teoria apresentada por Prado Jr. diz respeito à falta de dados e de referências a documentos do período histórico tratado. Tal crítica abriu espaço para o surgimento, dentro do quadro da \u201cciência normal\u201d, de uma produção monográfica que ajudou a suprir as insuficiências do paradigma e a aproximá-lo da realidade histórica concreta, ao mesmo tempo em que corroborava sua análise. Para ilustrar a riqueza da produção historiográfica atual e a relevância de sua contribuição inclusive para análises mais amplas, Motta faz referência à micro-história focada na demografia da escravidão. Alguns desses estudos criam uma imagem do escravo que se distancia tanto de uma figura dócil e submissa vivendo em \u201cuma suposta democracia racial\u201d quanto \u201cdo cativo reificado, esmagado pela violência do cativeiro, equiparado a um bem de produção\u201d. Tal imagem se distancia daquela que poderia ser formada a partir da análise pradiana da estrutura típica da posse de escravos, para a produção em grandes fazendas. Dessa maneira, Motta procurar mostrar que, embora a produção da historiografia econômica atual não busque fazer interpretações mais gerais, ou seja, embora não ofereça uma chave de interpretação que permita \u201centender o Brasil como um todo\u201d \u2013 o que é considerado por alguns autores uma perda com relação à historiografia anterior \u2013 ela é tão rica e relevante quanto a que a precedeu. O autor acrescenta, ainda, que essas duas visões não são opostas, mas complementares. A visão da micro-história aproxima o historiador de seu objeto, aumentando sua compreensão sobre ele sem inviabilizar a elaboração de uma perspectiva mais geral a partir dos retratos fragmentados produzidos pela especialização nos campos de pesquisa.
  3. Calúnia, difamação e injúria são crimes contra a honra das pessoas, previstos judicialmente pelo Direito Brasileiro, no Código Penal (CP) e submetidos a sanções, como penas de reclusão e multas. A diferença entre cada um dos crimes contra a honra está no conceito de honra que sofre acusação. A calúnia ofende a honra enquanto cidadão que é acusado de um crime, a difamação ataca a honra objetiva que é a reputação, e a injúria a honra subjetiva, que trata das qualidades do sujeito.
  4. Em um dia ensolarado, tarde da manhã, quando a lua cheia era minguante, tudo era nada diferente do igual. A temperatura alta congelava o vento, que de desmotivado, motivava-se a soprar sem se por em movimento. E, isso era aquilo que, por não compreender era compreensível não ter compreendido. Poderia ser diferente e, só era igual porque ninguém me disse que, me dizendo, o que dissesse seria dito por aquele que diria o que ainda não me disseram; mas, eu acho que isso nada tem a dizer... Então parti em direção contrária a oposta e, me disse em silêncio gritante: - Por que as palavras não dizem aquelas coisas pelas quais não foram escritas para dizer? Nisso esse negócio todo confundiam os meus olhos que queriam acompanhar o raciocínio lógico que, por sua vez, corria tanto quanto uma placa de 300km; o que não é muito, mas, é bastante. Eu pude fazer esta descoberta graças estar coberto pelo véu que o cobria, cabendo a mim descobri-lo da forma tradicional: retirando-o do estado de coberto para o estado de descoberto. Estes problemas foram resolvidos com simples cálculos matemáticos e, só não foram exatos devido a complicação que é de sua propriedade. Além do que, há o fator relevante das aulas que me dei e não recebi, referente ao mesmo assunto, que particularmente já nem sei a que respeito venha a ser. E me encontrando neste local, onde já não me localizo, olhei para o mapa que nunca levo comigo e, lembrei sempre esquecê-lo em casa. Naquele instante, foi quando o despertador me despertou, e eu disse com todas as palavras que essas letras me ensinaram: - Se queres despertar do pesadelo, certifique-se primeiro de estar dormindo!
  5. sk_baiano

    aprovada

    Então... acho que isso já foi denunciado! E bem provavelmente você já tenha visto minha resposta no outro post, então me poupe palavras. Novamente, Vá tomar no cu!
  6. E outra, só apela pra forum quem é fraco! Coisa de noob, entende? Você acha que eu tomar cadeia por isso vai me fazer parar de matar fraco como vocês? Não mesmo! Só espero me encontrar com você novamente pelas ruas de Los Santos. Abraço!
  7. Printar você matando a gente sem /M, sem motivos não printaram né? Se orienta rapaz.
  8. Larga de ser chorão, quando vocês chegaram pra matar a gente no meio da rua sem vida gostaram né? Agora quando morre 3 ou 4 vezes denuncia forum, vira homem rapaz. E outra... Vá tomar no seu cu!
  9. sk_baiano

    aprovada

    cadeia no Grizzly, não entendi o que ele falou
  10. sk_baiano

    aprovada

    caralho, bilzin é mo chave. UP por isso!
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